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Cirurgião vascular em São Paulo | CRM SP 192561 – RQE 122334

Varizes Pélvicas

Varizes Pélvicas

O que são varizes pélvicas?

As varizes pélvicas, também conhecidas como Síndrome da Congestão Pélvica, são dilatações anormais das veias localizadas na região da pelve. As veias perdem a capacidade de levar o sangue de volta ao coração de forma eficiente, ficam dilatadas e provocam sintomas que afetam a qualidade de vida.

Existem dois tipos de varizes pélvicas, as primárias e as secundárias. As primárias possuem relação genética, ou seja, a pessoa tem uma predisposição hereditária para desenvolver a doença. A gestação e alterações hormonais podem servir de gatilho para isso.

Já as varizes pélvicas secundárias ocorrem devido à compressão externa de veias de drenagem da região pélvica, provocando uma obstrução, pressão e dilatação. Há duas causas de compressão: a Síndrome de Quebra-Nozes (Nutcracker) e Síndrome de Cockett ou May-Thurner.

A doença é mais comum em mulheres, mas pode ocorrer em homens. Neles, apresenta-se como varicocele, que é a dilatação das veias do saco escrotal e pode levar à infertilidade masculina.

Sintomas das varizes pélvicas

Os sintomas das varizes pélvicas podem variar entre os pacientes e o estágio da doença. Entre os sinais mais frequentes estão:

  • Dor pélvica crônica, que pode piorar após permanecer muito tempo na mesma posição;
  • Sensação de peso na barriga ou na região pélvica;
  • Dor durante e após as relações sexuais;
  • Aumento do fluxo menstrual;
  • Varizes na região da vulva, vagina e na região glútea;
  • Dor nos testículos, inchaço e aumento da temperatura na região do escroto;
  • Incontinência urinária.

Os sintomas impactam o bem-estar físico e emocional dos pacientes. Por isso, procure um especialista em congestão pélvica para uma avaliação assim que identificar os sinais da doença.

Como é feito o diagnóstico de varizes pélvicas

O diagnóstico exige conhecimento técnico aprofundado, já que os sintomas podem se confundir com os de doenças ginecológicas, urológicas ou gastrointestinais. 

O processo envolve exame clínico detalhado, com levantamento e análise dos sintomas. O cirurgião vascular pode realizar o ultrassom doppler pélvico, exame que permite identificar veias dilatadas na pelve e alterações no fluxo sanguíneo.

O médico também pode solicitar exames como angiotomografia, angioressonância magnética ou flebografia pélvica. Eles oferecem maior precisão diagnóstica e possibilitam planejar o tratamento de maneira mais eficaz.

Tratamento para varizes pélvicas: conheça as principais opções

O tratamento é indicado quando os sintomas comprometem a qualidade de vida da paciente. A medicina vascular conta com opções modernas e eficazes, como:

Tratamento clínico

Em casos leves, podem ser recomendados analgésicos para alívio da dor, medicamentos que diminuem a dilatação das veias e mudanças no estilo de vida, como praticar atividades físicas que favoreçam a circulação.

Embolização de varizes pélvicas

A embolização de varizes pélvicas é um procedimento minimamente invasivo considerado o melhor tratamento na maioria dos casos. É realizada por meio de cateterismo para fechar as varizes, utilizando medicações esclerosantes ou molas. O fluxo sanguíneo é redirecionado para as veias saudáveis.

Angioplastia

Cirurgia para varizes pélvicas indicada em casos de compressões venosas, como nas Síndromes de May-Thurner ou Nutcracker. O procedimento é minimamente invasivo e abre veias estreitas ou bloqueadas, restaurando o fluxo sanguíneo.

FAQ – Perguntas frequentes sobre varizes pélvicas

1. Varizes pélvicas têm cura?

Sim, o tratamento adequado pode controlar os sintomas e corrigir o problema venoso, proporcionando alívio significativo e qualidade de vida.

2. Qual a relação entre varizes pélvicas e gravidez?

A gravidez é um dos principais fatores de risco devido ao aumento da pressão venosa e às alterações hormonais. Em muitos casos, os sintomas melhoram após o parto, mas algumas mulheres podem precisar de acompanhamento especializado.

3. Varizes pélvicas causam dor nas pernas?

Elas podem provocar desconfortos que irradiam para as pernas, mas não são a principal causa de dor nos membros inferiores. Porém, estão associadas a varizes visíveis nas pernas e na região genital em alguns casos.

4. Existe risco em não tratar as varizes pélvicas?

O risco imediato é baixo, mas a paciente pode sofrer por anos com dor pélvica crônica, impacto na vida sexual e infertilidade em casos raros. O tratamento precoce é sempre o mais recomendado.

5. O diagnóstico só pode ser feito por ultrassom?

Não. Embora o diagnóstico por ultrassom de varizes pélvicas seja comum, em alguns casos são necessários exames mais avançados, como a flebografia pélvica ou a angioressonância magnética.

6. Embolização é perigosa? 

Quando realizada por um cirurgião vascular experiente, é um procedimento seguro e com baixa taxa de complicações.

7. Varizes pélvicas incham a barriga?

Sim. A condição pode causar inchaço e sensação de peso na barriga, embora o sintoma mais comum seja a dor no baixo-ventre.

Tratamento para varizes pélvicas: excelência técnica e atendimento acolhedor com o Dr. Bernardo Hime

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