O que é a escleroterapia?
A escleroterapia é um tratamento para varizes e vasinhos (telangiectasias). É um procedimento minimamente invasivo em que o cirurgião vascular aplica substâncias específicas dentro dos vasos doentes. Elas provocam uma reação controlada que leva ao fechamento e desaparecimento dos vasos.
Popularmente chamada de “aplicação para vasinhos” ou “aplicação de varizes”, a técnica é indicada tanto por motivos estéticos quanto por questões de saúde, já que a presença de vasos dilatados pode causar desconforto, dor e evoluir para complicações maiores.

Tipos de escleroterapia
Há técnicas de escleroterapia que podem ser usadas isoladamente ou combinadas para maior eficácia do tratamento, conforme avaliação médica. São elas:

1. Escleroterapia convencional (aplicação)
É o método clássico em que uma solução esclerosante (glicose hipertônica) é aplicada nos vasos. A escleroterapia glicose é muito utilizada no tratamento de vasinhos finos, proporcionando excelente resultado estético e baixo risco de efeitos colaterais.
2. Escleroterapia com espuma
Técnica que utiliza um medicamento chamado polidocanol para criar uma espuma densa, que é aplicada no vaso comprometido. O objetivo é fechar a veia doente para inutilizá-la.
A escleroterapia com espuma densa é eficiente no tratamento de vasos maiores e profundos sem necessidade de cirurgia. No entanto, não é aplicável a todos os casos, sendo necessária avaliação médica para indicar a viabilidade.
3. Escleroterapia combinada com laser transdérmico
Conhecida como escleroterapia a laser ou secagem de vasinhos a laser, a técnica associa a aplicação de substâncias esclerosantes com a energia do laser transdérmico.
O laser atua na superfície da pele, ajudando a fechar os vasos superficiais e potencializando o efeito da aplicação em vasinhos muito finos e de difícil acesso. A técnica oferece resultados estéticos superiores, perceptíveis em poucas sessões.
Escleroterapia: quais são as principais indicações?
A escleroterapia é indicada para tratamento de vasinhos (vasos finos avermelhados ou arroxeados), varizes de pequeno e médio calibre (veias mais grossas que podem causar dor, sensação de peso nas pernas e cansaço) e recidivas de varizes.
É importante frisar que a escleroterapia não atua na causa do problema venoso, mas trata os vasos visíveis que impactam a estética e a qualidade de vida. Por isso, a avaliação de um cirurgião vascular especialista em aplicação de varizes é fundamental para definir a melhor abordagem.
Como é feita a definição da melhor técnica?
A escolha da técnica deve ser individualizada porque cada paciente possui um padrão diferente de varizes e vasinhos. O processo geralmente envolve a consulta detalhada para avaliação de sintomas, histórico familiar e exame físico.
O cirurgião vascular pode solicitar exames complementares, como o ultrassom doppler venoso. Então, faz a indicação personalizada ao paciente, esclarecendo qual a melhor técnica e o número ideal de sessões.
FAQ – Perguntas frequentes sobre escleroterapia
1. Dói fazer escleroterapia?
O desconforto é mínimo e bem tolerado. O paciente pode sentir uma leve ardência ou queimação durante a aplicação, mas geralmente não é necessário nenhum tipo de anestesia.
2. Escleroterapia é perigosa?
O procedimento é seguro quando realizado por um especialista. Complicações graves são raras, mas é essencial que seja feito por um cirurgião vascular para reduzir os riscos.
3. Quantas sessões de escleroterapia são necessárias?
O número varia de acordo com cada caso. Alguns pacientes alcançam o resultado desejado em poucas sessões, enquanto outros necessitam de um tratamento mais prolongado.
4. Quais os cuidados após escleroterapia?
Evitar sol na região tratada e a prática de exercícios físicos intensos por 24 horas. Também é importante manter uma boa hidratação, lembrando-se de beber água regularmente.
5. Qual é o preço da escleroterapia?
O valor depende do tipo de técnica utilizada, da quantidade de sessões, entre outros fatores. Mais importante do que o preço é buscar atendimento com um cirurgião vascular, garantindo segurança e resultado de qualidade.
6. Quem pode fazer escleroterapia?
A maioria dos pacientes com varizes e vasinhos pode se beneficiar do procedimento. No entanto, apenas o cirurgião vascular poderá confirmar a indicação após avaliação clínica.
7. Quais são os efeitos colaterais da escleroterapia?
Os mais comuns são vermelhidão, inchaço, hematomas, coceira, manchas escuras, formação de crostas ou bolhas pequenas na pele. São efeitos temporários, que somem em poucos dias.
8. Varizes e vasinhos podem voltar?
Eles não voltam se o tratamento envolver os vasinhos e veias nutrícias. O que pode acontecer é o surgimento de novas varizes e vasinhos, pois o paciente que apresenta essas condições normalmente possui maior predisposição a elas. Por isso, deve fazer um acompanhamento com o cirurgião vascular e adotar medidas preventivas.
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